Estamos
diante de um novo século, mais conhecida como a era moderna, a era da
tecnologia, com uma nova sociedade, a sociedade da informação, com novo formato
de receber e de transmitir informação. A tecnologia faz com que as informações cheguem
para as pessoas de forma rápida e interativa. A nova geração está totalmente
integrada a essa era digital. Caderno, lápis e caneta são objetos menos
frequentes nos momentos de lazer de crianças e jovens, porém na escola a coisa
muda de figura
Apesar de muitas escolas utilizarem ferramentas
tecnológicas modernas no processo ensino/aprendizagem, a maioria delas ainda
está se adequando lentamente à nova realidade. Os principais motivos são falta
de recursos, resistência dos professores e falta de informação sobre quais
equipamentos são ideais para a escola e como utilizá-los com qualidade em sala
de aula.
A
tecnologia vem evoluindo num ritmo acelerado nas escolas e nas faculdades do
nosso pais e do mundo, e com a grande era veio também a necessidade de formação
do educador para com tais tecnologia como ferramentas auxiliares do processo
educativo desenvolva uma melhor aprendizagem em sala de aula. Novas exigências
educacionais advindas da revolução tecnológicas, vividas neste milênio e a
forma como tais exigências se refletem no ambiente educacional e na prática
educativa, exigindo do professor novas habilidades e conhecimentos que
habilitem a atuar como mediador na construção do conhecimento na era da
tecnologia. Diante do fato de que a tecnologia é uma realidade nas escolas
brasileiras que já contam com televisão, aparelhos de DVD, núcleos e
laboratórios de informática, entre outros, faz-se necessário refletir sobre a
formação do educador frente ao uso desses equipamentos.
As
mudanças que se operam no contexto educacional com a introdução de novas
tecnologias permitem a obtenção de maiores informações científicas sobre a
utilização da tecnologia na educação, bem como dos conhecimentos necessários ao
educador que atua nessa era de globalização. E com tudo isso vem a
necessitamos de professores mais preparados para interagir com uma geração
atualizada e mais informada, por que os modernos meios de comunicação proporcionam
aos alunos mais facilidades na busca de conhecimentos por meio da tecnologia
colocada ao seu alcance. A sociedade exige cada vez mais que professores se preparem
didaticamente para propiciar aos estudantes novas formas de aquisição de
conhecimento em sala de aula. A base de todo desenvolvimento da sociedade moderna
é o conhecimento e já não há o monopólio das informações por parte da escola.
Hoje, a informação está disponível em vários lugares, sob diversas formas. Essa
nova sociedade passou, então, a exigir muito mais dos alunos.
Vimos que
os métodos de ensino de biologia em sala de aula mudaram bastante ao longo do
tempo. A não muito tempo atrás, não era difícil chegar em uma escola onde não
se tinham laboratórios de biologia, muito menos materiais adequados as aulas
práticas, na melhor das hipóteses, alunos e professores dispunham de livros com
ilustrações coloridas onde podia observar de forma simples figuras de plantas,
células animais e vegetais e entre outras. Nos dias atuais, investimentos
financeiros do governo brasileiro vem proporcionando às escolas aquisição de
materiais cada vez mais avançados para o ensino/aprendizagem da biologia em
sala de aula. Retroprojetores com o auxílio de computadores proporcionam ao
estudantes uma melhor visualização de um esqueleto humano, da estrutura do DNA
humano ou celular; um microscópio permite que se analise de forma minuciosa uma
célula, onde assim, discente poderá aprender de forma prática. Vídeos também
são muito utilizados em sala de aula, assim como jogos educacionais, softwares
para o ensino de biologia, e entre outras ferramentas tecnológicas
conquistadas.
Como
já citado, percebe-se que hoje os centros de educação dispõe de materiais
tecnológicos adequados ao ensino de biologia, mas o que muito se questiona é,
“como utilizar esses materiais em sala de aula”? É evidente que a má utilização
dessas ferramentas só atrapalha a relação ensino/aprendizagem.
Hoje, todos os centros de educação
superior do Brasil, que formam professores para educação básica ou superior,
estão formando seus estudantes com conhecimentos ao menos prévio sobre a
utilização desses matérias em sala de aula, para proporcionar aos mesmos
métodos para driblar aquelas aulas conteudistas e clássicas, onde a soberania
do professor prevalece como o portador do conhecimento.
Então, professores precisam dispor
de tempo para preparação, de modo a se adaptar ou melhorar suas formas de
ensino, garantindo assim, um aprendizado de qualidade para seus alunos.

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