terça-feira, 23 de setembro de 2014

Avaliar na Ead: Desafios e Possibilidades



Vídeo apresentado como requisito de avaliação na disciplina de Introdução a Educação a Distância, do curso de Ciências Biológicas, UAB/UECE.

Equipe: Maria Eduarda; Charlene Silva; Sandra Alves; Lana Michelle; Cátia Maia.

 Título: Avaliar na Ead: Desafios e Possibilidades

             Na Educação a Distância, o ensino é caracterizado pela distancia física e temporal entre estudantes e professores, mas, essa barreira é vencida facilmente, graças as novas tecnologias como computadores, internet, que fornecem encontros virtuais entre docentes e discentes.
                 Para esses estudantes, é fornecido um ambiente virtual, que tem por objetivo proporcionar a dinamização das disciplinas, a colaboração e interação entre elas e sua contextualização no processo de aprendizagem, favorecendo a comunicação entre professor/aluno, aluno/professor
e aluno/aluno.
                 Sobre as formas de avaliação, elas são dadas em duas categorias: Virtuais e presenciais. As avaliações virtuais se dão por meio de atividades propostas pelos tutores, com planejamento referente a estrutura, cronograma e conteúdo da atividade. As mesmas são feitas pelos estudantes e enviadas pelo ambiente aos professores. Nessa Ead existem encontros presencias, onde são feitas aulas de esclarecimento de conteúdos e avaliações presenciais quando necessário, e essas mesmas tem mesmo rigor das atividades virtuais.
                 Nessa modalidade, os estudantes tem maior protagonismo na realização de suas atividades. Os mesmos são responsáveis pela confecção e envio na data rigidamente especificada pelo tutor que fará a correção das atividades. Com isso, além de aprender sobre o curso e disciplina, ganhamos com a Ead uma inclusão digital de grande porte, pois muitos dos alunos dessas modalidades veem aprender a usar essas novas tecnologias com a prática dessas atividades.






quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Comentário sobre o tema “Tecnologia e educação”




Estamos diante de um novo século, mais conhecida como a era moderna, a era da tecnologia, com uma nova sociedade, a sociedade da informação, com novo formato de receber e de transmitir informação. A tecnologia faz com que as informações cheguem para as pessoas de forma rápida e interativa. A nova geração está totalmente integrada a essa era digital. Caderno, lápis e caneta são objetos menos frequentes nos momentos de lazer de crianças e jovens, porém na escola a coisa muda de figura
Apesar de muitas escolas utilizarem ferramentas tecnológicas modernas no processo ensino/aprendizagem, a maioria delas ainda está se adequando lentamente à nova realidade. Os principais motivos são falta de recursos, resistência dos professores e falta de informação sobre quais equipamentos são ideais para a escola e como utilizá-los com qualidade em sala de aula.
A tecnologia vem evoluindo num ritmo acelerado nas escolas e nas faculdades do nosso pais e do mundo, e com a grande era veio também a necessidade de formação do educador para com tais tecnologia como ferramentas auxiliares do processo educativo desenvolva uma melhor aprendizagem em sala de aula. Novas exigências educacionais advindas da revolução tecnológicas, vividas neste milênio e a forma como tais exigências se refletem no ambiente educacional e na prática educativa, exigindo do professor novas habilidades e conhecimentos que habilitem a atuar como mediador na construção do conhecimento na era da tecnologia. Diante do fato de que a tecnologia é uma realidade nas escolas brasileiras que já contam com televisão, aparelhos de DVD, núcleos e laboratórios de informática, entre outros, faz-se necessário refletir sobre a formação do educador frente ao uso desses equipamentos.
As mudanças que se operam no contexto educacional com a introdução de novas tecnologias permitem a obtenção de maiores informações científicas sobre a utilização da tecnologia na educação, bem como dos conhecimentos necessários ao educador que atua nessa era de globalização. E com tudo isso vem a necessitamos de professores mais preparados para interagir com uma geração atualizada e mais informada, por que os modernos meios de comunicação proporcionam aos alunos mais facilidades na busca de conhecimentos por meio da tecnologia colocada ao seu alcance. A sociedade exige cada vez mais que professores se preparem didaticamente para propiciar aos estudantes novas formas de aquisição de conhecimento em sala de aula. A base de todo desenvolvimento da sociedade moderna é o conhecimento e já não há o monopólio das informações por parte da escola. Hoje, a informação está disponível em vários lugares, sob diversas formas. Essa nova sociedade passou, então, a exigir muito mais dos alunos.
Vimos que os métodos de ensino de biologia em sala de aula mudaram bastante ao longo do tempo. A não muito tempo atrás, não era difícil chegar em uma escola onde não se tinham laboratórios de biologia, muito menos materiais adequados as aulas práticas, na melhor das hipóteses, alunos e professores dispunham de livros com ilustrações coloridas onde podia observar de forma simples figuras de plantas, células animais e vegetais e entre outras. Nos dias atuais, investimentos financeiros do governo brasileiro vem proporcionando às escolas aquisição de materiais cada vez mais avançados para o ensino/aprendizagem da biologia em sala de aula. Retroprojetores com o auxílio de computadores proporcionam ao estudantes uma melhor visualização de um esqueleto humano, da estrutura do DNA humano ou celular; um microscópio permite que se analise de forma minuciosa uma célula, onde assim, discente poderá aprender de forma prática. Vídeos também são muito utilizados em sala de aula, assim como jogos educacionais, softwares para o ensino de biologia, e entre outras ferramentas tecnológicas conquistadas.

            Como já citado, percebe-se que hoje os centros de educação dispõe de materiais tecnológicos adequados ao ensino de biologia, mas o que muito se questiona é, “como utilizar esses materiais em sala de aula”? É evidente que a má utilização dessas ferramentas só atrapalha a relação ensino/aprendizagem.
            Hoje, todos os centros de educação superior do Brasil, que formam professores para educação básica ou superior, estão formando seus estudantes com conhecimentos ao menos prévio sobre a utilização desses matérias em sala de aula, para proporcionar aos mesmos métodos para driblar aquelas aulas conteudistas e clássicas, onde a soberania do professor prevalece como o portador do conhecimento.
            Então, professores precisam dispor de tempo para preparação, de modo a se adaptar ou melhorar suas formas de ensino, garantindo assim, um aprendizado de qualidade para seus alunos.



segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Boas vindas ao biologando com você.

Me chamo Charlene Silva, sou aluno do curso de Ciências Biológicas pela UAB/UECE. Irei aqui postar informações adquiridas ao longo do curso e novidades s
obre essa tão bela ciência.