segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Ciclo Celular da Meiose




Vídeo apresentado como requisito parcial de avaliação na disciplina de Biologia Celular, do curso de Ciências Biológicas oferecido pela UECE/UAB, no Polo de Russas - CE.
Estudante: Charlene Silva

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Resumo do Artigo Doenças Mitocondriais





          O artigo relata que o primeiro caso da doença mitocondrial foi diagnosticada na década de 60, quando um paciente apresentava vários sintomas, onde desde então apareceram outros casos mas, entre a população não foi constatado dados epidemiológicos da doença até os dias atuais.
          As mitocôndrias possuem diversas funções essenciais para o funcionamento das células humanas e balanço biomolecular para as atividades do organismo.  A mitocôndria é uma organela citoplasmática encontrada em todas as células, tem a função de transformar a energia química dos metabólitos encontrados no citoplasma em energia facilmente acessível à célula. Esta energia é acumulada principalmente em componentes como o trifosfato de adenosina (ATP), que será utilizado quando a célula necessitar de energia para trabalho osmótico, mecânico, elétrico ou químico. As mitocôndrias são partículas esféricas e alongadas, medindo de 0,5 a 1 mícron de largura e até 10 micra de comprimento. À microscopia eletrônica apresenta duas membranas – uma externa, lisa, e outra interna, que apresenta invaginações formando as cristas mitocondriais. Cada célula contém de 2 a 100 mitocôndrias, que tendem a se acumular em locais do citoplasma onde existe intensa atividade metabólica, como o polo apical das células ciliadas.
            As doenças mitocondriais são doenças genéticas que afetam genes que são expressos nas mitocôndrias, possuem seu próprio genótipo tendo várias moléculas de DNA dentro de cada molécula, múltiplas copias do mesmo genes. O DNA mitocondrial é de herança materna, salvo raríssimas exceções, como a heteroplasmia. Essas doenças podem afetar tanto o sexo masculino como sexo feminino.
           As mitocôndrias dos espermatozoides se localizam na cauda, e durante a fecundação, a cauda do espermatozoide não penetra no ovulo, e as mitocôndrias contidas na sua cauda também não entram e, quando é formado o embrião ele só contem mitocôndrias dos ovócito. Podendo surgir ovócitos com maior quantidade de mitocôndrias com mutação no DNA, e o feto vai apresentar uma doença generalizada com fenótipo mais grave, ou ovócitos com menor quantidade de mitocôndrias com menos DNA mutado e assim o feto surge com uma doença mais restrita, a um outro tecido, e por isso, com o fenótipo mais atenuado.
            As várias moléculas de DNA dentro da mitocôndria podem estar em homoplasmia, sem copias mutadas ou em heteroplasmia, quando há copias mutadas de DNA mitocondrial e outras normal, podendo originar doenças degenerativas. As doenças mitocondriais são incluídas no grupo das doenças degenerativas muitas vezes são também abordadas em processos que se relacionam com as doenças degenerativas. As doenças têm relação com perda de função a nível celular e orgânico originando doenças por intoxicação, que provocam danos celulares tóxicos, ou por deficiência energética da célula.
          Os diversos tecidos têm diferentes requerimentos energéticos e tem um efeito limitante, ou seja, há tecidos que precisam de muito mais energia do que o outro. Desta forma, os tecidos com menos necessidade energética e que possuem mutações a nível do DNA mitocondrial, podem não apresentar sintomatologia. Por outro lado as carências energéticas em tecido como o cérebro e o sistema muscular vão ser mais graves, que muitas das doenças mitocondriais sejam encaradas como encefalomiopatias.
             A mesma mutação pode surgir com a diferentes manifestações associadas a patologias diferentes. A patologia será tanto mais grave quanto maior for a heteroplasmia, maior a percentagem de DNA mitocondrial mutado.
             Na patologia mitocondrial não é fácil estabelecer uma correlação entre genótipo e fenótipo, ou seja, não basta saber se tem uma mutação no gene X de DNA mitocondrial, é preciso saber também se está muito ou pouco representado e se está igualmente representado em todos tecidos.

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Resenha Crítica do Filme/Documentário: A História do Mundo em Duas Horas



O documentário relata que a 13,7 bilhões de anos atrás, um pequeno feixe de energia menor que um átomo, que por razões desconhecidas explodiu, e, esse fato é conhecido nos dias atuais como “big beng.”, que cria toda a energia que tanto necessitamos, e mais de 24 elementos químicos e as galáxias. Dentro das galáxias que foram formada por essa explosão, nuvens composta de gases e pó eram apertadas pela gravidade, e isto gerava um choque entre os átomos, e assim foram geradas as estrelas. Com as estrelas já formadas ocorrem constantes explosões fazendo com que elas liberem material suficiente para formar o sol como ele é hoje, e logo em seguida a acontece a grande formação do nosso planeta que era uma grande bola de fogo. Com o passar dos anos objetos se chocam com a terra, grande parte desses objetos foram absorvidos, mas o restante dele foi devolvido ao espaço, entretanto o material liberado pela terra se reuniu formando uma bola, que hoje é conhecida por LUA. Antes o dia tinha apenas 6 horas mas depois da criação da lua passou a ter 24 horas. A criação da lua foi responsável pelo fator primordial para que houvesse vida na terra, a partir disso as estações do ano começaram acontecer.
A princípio a terra não contava com a presença de água em sua superfície, pois sua superfícies era muito quente e fazia assim com que a agua evaporasse rapidamente. Com o vapor condensado começaram a surgir as chuvas, que necessitou de muitos anos para resfriar a superfície terrestre e com isso foram se formando rios, lagos e mares que conhecemos hoje. O filme relata que o primeiro ser foi criado nas profundezas dos mares, com ajuda das bactérias os primórdios sofreram modificações com a finalidade de se adaptar as constantes modificações ambientais ocorridas em nosso planeta.
Durante muitos anos os dinossauros dominam toda a terra, mas uma espécie de apocalipse faz com que mais de 70% das espécie de animais entre em extinção, assim dar-se-á a extinção dos dinossauros. Um asteroide cai na terra, formando uma enorme nuvem de poeira que bloqueava o sol, assim as temperaturas do planeta ficaram baixas e, com isso, somente os seres vivos com menos de 22 quilogramas sobreviveram. Assim acaba a era dos dinossauros. Então, com o passar dos tempos, os primatas aparecem evoluídos, com olhos na frente e cinco dedos em cada mão.
Passam-se vários anos até que o homem começa-se a habitar a Terra, domesticar os animais e a dar maior enfoque aos cavalo, que posteriormente serviria para condução e futuramente transporte de guerra. A descoberta do fogo e do metal que servira no primeiro momento de utensílios para as tarefas domesticas diárias, depois foram usadas para a dominação de diversos povos. A invenção da pólvora após a mistura de diversos componentes, é utilizada pelos árabes nos canhões e foi modernizada pelos ingleses nas espingardas.
A expansão marítimas também foi um item falado no vídeo, que mostrou a chegado do homem a América no primeiro momento para a retirada de ouro e a prata, e posteriormente será plantada a cana-de-açúcar que é um produto bem aceito na Europa, que utilizava como mão de obra negros escravizados, vindos da África.
Mas foi a partir do meado século XVII com a revolução industrial que o mundo se transformou, e o interessante é que as formas de energia se alteram ao longo dos anos, na primeira fase era utilizado o carvão mineral, passando logo depois pela energia elétrica, pelo petróleo e as mais diversificada. Houve também a evolução do sistema de comunicação e de transporte.
Foi um excelente documentário, rico em informações, e que a todo momento novas informações enriqueciam nossos estudos sobre evolução da vida, que dependia diretamente dos avanços tecnológicos das épocas para atenderem suas necessidades.